Fico às vezes impressionado com o aprofundamento que as mulheres conseguem atingir em termos de celebridades, show business, cinema e televisão. Não contentes em despender boa parte de seu tempo ampliando seu conhecimento nessas áreas, agem como se tais informações fossem de enorme obviedade e domínio público quando as proferem.

Ontem estava assistindo TV com minha namorada e uma amiga. O filme – “Stigmata” – possui participação da Patrícia Arquette. Aproveitei o ensejo para esnobar, quando ouvi minha namorada dizer que Patrícia era a única Arquette no cinema, que na verdade havia uns 4 ou 5 atores da mesma família. Eu estava certo.

Contudo, não sei porque cargas d’água, o assunto foi para em Emílio Estevez. Até aí tudo bem, não fosse ela dizer que Emílio, na verdade, era irmão de Charlie Sheen – e por conseguinte, filho de Martin Sheen, o cara que faz The West Wing.

Ri na cara dela, ri, e ri mais um pouco. Foi então que ela afirmou que, na verdade, Charlie Sheen chamava-se “Carlos Estevez”. Galhofas. Inacreditável. Porém, o “Deus Wikipedia” revelou: é esse mesmo o nome de Charlie. Além, o nome de seu pai, Martin Sheen, é na verdade “Ramón Gerardo Antonio Estevez”.

Eu já havia sido derrotado, mas ela precisava lançar uma última: “mas isso todo mundo sabe, quem não sabe que o nome dele é Carlos”. Eu não sei. Nenhum amigo meu sabe. Provavelmente ninguém que não trabalhe no Caderno 2 ou na Ilustrada sabe. E o mais importante – a produção de West Wing não faz idéia, ou não colocaria um hispânico com nome de Mariachi no papel de presidente dos EUA.

Pois é. Enquanto me lamento, atino até que ponto os jornalistas especializados em cultura, cinema e entretenimento fazem idéia a respeito da hispanidade dos atores de Holywood. Minha namorada precisa mudar de emprego, necessariamente.

Sobral é um tatuador de mão cheia – até tatuagens no pé anda fazendo atualmente. Porém, sua grana continua bastante curta, de modo que O Cu da Lontra deu mais uma chance ao pobre rapaz, voltando a anunciar o seu brilhante trabalho. Ainda que Sobral continue a pecar pelas conjunções, não há dúvidas de que foi um excelente serviço.

 Pé

Sobral é tatuador. Com 37 anos e vindo de família pobre, não pôde estudar e escreve e lê com bastante dificuldade. Sobral resolveu cursar o supletivo, mas apesar de gratuito, o curso, há o material didático. Como é de costume, Sobral está curto de grana. Para apoiar Sobral em seus estudos, O Cu de Lontra resolveu dar aulas de gramática e, concomitantemente, divulgar o trabalho de Sobral. Na primeira lição, aprenderemos mais sobre advérbios de tempo.

Senpre

Boa sorte, Sobral, mas lembre-se de seMpre colocar o M antes de P e B.

Ferris Bueller – o nome praticamente não remete merda nenhuma para quem tem menos de 25 anos. Porém, esse foi o grande papel – e talvez o único importante – do ator Matthew Broderick, que na época ainda tinha cara de moleque, mas que hoje está no bico, com um pé na cova e outro na casca de banana.

Ferris

O título em português é típico da Sessão da Tarde – “Curtindo a Vida Adoidado”. Matthew é nosso Ídolo da Sessão da Tarde de hoje, porque matou aulas (isso já em 1986) para sair com vagabundinhas da turma, realizar contravenções penais típicas de adolescente e, sua melhor idéia, a de levantar as rodas do carro do pai e acelerar em marcha-ré, numa tentativa completamente imbecil de voltar o contador do odômetro.

Clodoaldo era cabeleireiro. Isso. Cabeleireiro e não barbeiro. Desde pequeno tinha jeito para arrumar o cabelo da irmã, da mãe, das tias, vizinhas e todas as mulheres do bairro. Manjava tudo a respeito de cortes, tratamentos, produtos e as demais parafernálias que as mulheres fazem na cabeça. Tinha tudo para ser viado, mas não era.

Fabiane era tímida, sempre chorosa e tinha aversão a salões de beleza. Não via graça em ficar horas se empetecando e sempre deixava o cabelo crescer demais, para não enfrentar os cabeleireiros afetados das amigas, ou as cabeleireiras de salão, que mais falavam do que faziam o serviço.

Um dia, depois de muita insistência de um grupo de amigas, concordou em ir ao salão. Seu cabelo realmente estava um trapo e gritava por um corte. Chegando ao salão, Fabiane se surpreendeu com a beleza do cabeleireiro, mas logo pensou, consigo mesma: “que desperdício! Tão bonito e é bicha!”

O rapaz, Clodoaldo, começou lavando os cabelos da moça – Fabiane se surpreendeu com a firmeza das mãos. “Até parece macho esse aí”, pensou, com um riso no rosto. “Clô”, como era conhecido, secou o cabelo da garota e a colocou na cadeira. Seu corte era preciso e o rapaz não conversava muito – pelo contrário, parecia concentrado e não demonstrou qualquer tipo de trejeito ou afetação.

O corte ficou divino. Clô era um artista e Fabiane saiu do salão com um brilho que nunca havia estado ali. Tomou gosto pela coisa e passou a voltar mensalmente no salão de Clodoaldo. Lá pela sua terceira ou quarta visita, teve uma surpresa quando estava indo embora. Clô a puxou pelo braço e lhe lascou beijo, sem falar nada. Em seguida pegou um papel e um lápis, anotou seu telefone e deu para a moça. “Me liga”, disse ele, curto e grosso.

Fabiane ligou. Foram ao cinema, jantaram e transaram. Assim como no salão, Clô era um artista na cama. Sem pudores, com a “pegada” e viril, o rapaz deixou Fabiane completamente fora de controle. Após dois meses de sexo de tudo quanto é jeito, começaram a namorar. Fabiane não apenas encontrara o melhor cabeleireiro de sua vida, mas também a foda do século!

A história provavelmente terminaria por aqui. Terminaria, não fossem as amigas, parentes, conhecidos e até companheiros de trabalho de Fabiane. “Namorar cabeleireiro? Onde já se viu essa porra?”, gritava o pai. “Ele pode te fazer feliz, filha, mas é estranho…”, completava a mãe.

Conversou, chorosa como sempre, com Clô. O rapaz era macho, ela sabia, mas não aguentava a pressão. Foi então que Clodoaldo teve a idéia – estava disposto a tudo para viver seu amor com Fabiane. Clodoaldo tinha um amigo engenheiro – bem aprumado, respeitável, cara de homem, mas uma moça por dentro. João era bicha, e também amigo de infância de Clô.

Clodoaldo “terminaria” com Fabiane, que iniciaria um romance com João. Mas este, o amigo bicha, acorbetaria os encontros dos dois. Tudo estava arranjado e a notícia espalhou. “Até que enfim a Fabiane se mancou – agora está com um engenheiro”, diziam pelas ruas.

Três meses se passaram e o plano de Clô ia funcionando bem, até que o pai de Fabiane resolveu convidar João para um jantar de família. Clô tergiversou, mas acabou anuindo. João e Fabiane apareceram na casa dos pais da menina por volta das oito de uma sexta-feira. A mãe da garota não continha a emoção e deu um abraço em João quando este entrou na casa.

Tudo corria às mil maravilhas – João falava imponente de suas conquistas profissionais e Fabiane ria de felicidade, com a primorosa atuação do amigo. Tudo terminaria bem, não fosse uma reles barata. João assustou com a bichinha e soltou o que um estivador ou um caminhoneiro chamariam, tecnicamente, de “gritinho”. Para completar, o rapaz saltou da cadeira e parou ao lado da mesa com pose digna de O Lago dos Cisnes.

O desespero tomou conta da família, que agora discutia em brados o ocorrido. João pediu desculpas a Fabiane, mas a farsa havia sido despedaçada. Não havia mais o que fazer. Em um ato de confissão, Fabiane admitiu aos pais que João era homossexual.

O pai da menina botou a mão na testa, suspirou, deu um gole de 200ml no vinho, levantou a taça e anunciou um brinde. Todos levantaram os copos, sem ter a menor idéia do que aquilo queria dizer. Então, o velho mandou o discurso: “entendo, minha filha. Sua felicidade para mim, como sempre, é o que mais importa. Nada no mundo é perfeito, mas convenhamos: antes viado do que cabeleireiro”. Todos bateram copos e Fabiane foi para o quarto, aos prantos.

Uma colaboração de Híbsen Mestruca – Blog Van dos Quebrados

Márcia e Wallace formavam um daqueles casais que ninguém consegue entender. Não tinham absolutamente nada a ver. Ela era uma garota bonita, de classe média, astuta e inteligente, enquanto Wallace morava na favela, trabalhava em um cemitério local, além de ser introspectivo com qualquer pessoa que não frequentasse o bar do bigode na periferia de Juizadinho.

Ambos haviam nascido na cidade de pouco mais de 10.000 habitantes, mas nunca tinham se visto antes do falecimento de Dona Enésia, vizinha de Márcia, que fora sepultada no cemitério em que Wallace trabalhava como coveiro. É engraçado dizer isso, mas a garota ficou atraída pelo coveiro no momento exato em que ele praticava um sepultamento. Começou a visitar sua amiga morta, mais do que a visitava em vida, e tudo isso por causa do mais ou menos belo coveiro.

Wallace tinha o apelido de corvo, não por causa do negresco e mórbido pássaro tema de vários filmes, mas pelo fato do rapaz trabalhar como “corveiro”. Pelo menos, assim achavam seus amigos, ser o nome de sua profissão. O tempo passou e os dois engataram um namoro pouco aceito pelo lado da menina. O rapaz não tinha família e, por isso, não enfrentava as mesmas enchições de saco. A família fez de tudo para separar Márcia de um destino tão escasso em expectativas e realizações, mas ela estava apaixonada e afirmava que sempre seguiria seu coração.

O relacionamento foi ficando cada vez mais sério, e “Corvo” pediu a namorada que largasse a faculdade, pois dali em diante eles deveriam ficar juntos e o fato dela estudar seria prejudicial ao relacionamento dos dois. O pai de Márcia queria matá-la quando ouviu da boca da filha que ela abandonaria os estudos, mas ela respondia que estava seguindo seu coração.

Ela arranjou um emprego em uma pequena loja de confecções, e o salário que recebia era repassado para Wallace, que não perdia tempo para ir torrá-lo no Bar do Bigode. O “Corvo” pode tudo, diziam seus amigos. A mãe, ao saber, que a filha cedia sua remuneração para que o cafajeste fosse beber num bar, a visitou exigindo que ela cessasse aquela história toda ali. Mas a filha repetia que apenas seguia o que seu coração determinava.

Contra a vontade de todos e sem a presença da família de Márcia, os dois casaram em um 13 de agosto. Não fizeram festa pois não tinham dinheiro e o pai de Márcia recusou-se a gastar um centavo que fosse. Os anos foram passando, e a garota perdendo contato com a família. Tudo ia bem, mas vez em quando aparecia no trabalho com um olho roxo. Corvo havia se revelado um homem bem violento. As amigas de confecção imploravam para que ela deixasse o marido, mas ela continuava repetindo o discurso do coração.

Meses depois, a garota estava em casa se recuperando de uma surra que havia levado do marido, quando ouviu um bater de palmas no portão. Ficou emocionada ao ver que era sua mãe quem estava ali. Correu para abraçá-la, mas teve o pulso agarrado pela senhora que começou a arrastá-la pela rua. Márcia pedia inutilmente para que a mãe a soltasse, porém a determinação daquela senhora era louvável. Alguns quarteirões depois, a mulher avistou o que sua mãe queria lhe mostrar: Corvo estava no bar bebendo cachaça cercado de amigos e com uma fogosa morena a tira-colo. A visaão daquela traição foi demais para Márcia que começou a sentir uma forte dor no peito, caindo desmaiada no duro paralelepípedo da rua.

Minutos depois recobrou a consciência, acalmou a preocupação da mãe soltando um “agora, estou bem.” Levantou-se e caminhou para a casa. A mãe aguardou do lado de fora do portão enquanto Márcia pegava seus pertences na casa. Todavia, ao invés de levar os pertences embora, começou a cavar um buraco no jardim da casa. E lá colocou seus pertences.

Algumas horas depois, Wallace o “Corvo” retornou para sua casa. Estava relativamente bêbado e cantarolava músicas indecifráveis. Ao abrir o portão, viu a casa toda apagada. No jardim havia uma cruz de madeira semelhante às colocadas no cemitério em que trabalhava. Aproximou-se apenas para ler no epitáfio: “AQUI JAZ UM CORAÇÃO TOLO”. Sabia exatamente o que aquilo significava. Então, ajoelhado, começou a chorar copiosamente.

Jaqueline não era uma atendente das mais honestas. Arranjava remédios para as amigas sem receita e costuma dar em cima de farmacêuticos novos. Duas ou três vezes chegou até mesmo a filar alguns remédios para festinhas com amigos. No auge de seus 23 anos, era uma garota farrista como qualquer outra. Nada de excepcional.

Humberto pagava um pau em menininhas meio metidas a junkie – seu tipo era magra, branquela, vestida de preto e com cara de depressão. “Mulher pra mim tem que ter cara de doente”, dizia sempre aos amigos, quando saía de galera.

Apesar de brutamontes, usava roupas transadas, gostava de montar modelos e inventar estilos – os amigos tiravam um puta barato, mas Humberto estava pouco se fodendo. Levava a vida à base de remédios tarja vermelha (preta é caso sério) e cocotas com cara de doente terminal.

Acabou ingressando na faculdade de farmácia. Ia bem nas disciplinas, afinal conhecia mais remédios do que metade dos professores – já tinha tomado quase todos eles. Aos três anos da faculdade, começou a trabalhar – coincidentemente na mesma farmácia onde Jaqueline era balconista.

Jaqueline era tudo o que Humberto mais adorava – branca, pálida, magra, loira e com cara de doente. Além disso, trabalhava no mesmo lugar e adorava tomar remédios para dar barato. A coisa foi rolando e, mesmo porque ambos voltavam sempre de madrugada para casa, passaram os dois a morar na república de Humberto.

Os meses foram passando o Jaqueline parecendo cada vez mais doente – e Humberto, cada vez mais apaixonado. A moça já não enchia a cara de remédios e sempre perguntava ao namorado o que é que ela tinha, o que podia tomar. Humberto encarava como farra – julgava que a namorada queria era tirar onda e acabava receitando algo que dava barato para a companheira.

Jaqueline continuava cada vez mais aflita com sua saúde, mas Humberto dizia sempre que não era nada, passava um remedinho “segura-onda” qualquer e bola pra frente.

Um dia Humberto chega e a menina sumiu. Seus colegas nem a viram, nenhuma das amigas da moça sabe de nada e mesmo no trabalho, nem sinal de Jaqueline. Passam-se dois meses, até que os dois se encontram em um shopping.

Jaqueline, de mãos dadas com outro homem, vem ao encontro de Humberto e o cumprimenta. O rapaz, indignado, solta meia-dúzia de palavrões até se acalmar. Jaqueline espera-o terminar e começa a explicar o sumiço. A moça de doente já não tinha mais nada – estava até mesmo bronzeada.

“Humberto, se você quer morar numa casa decente, chama um arquiteto ou engenheiro, não um corretor de imóveis. Por outro lado, se você quer sempre sua saúde em dia, dê para um médico e não para um bosta de um farmacêutico”, concluiu a garota. Só então Humberto pôde enxergar o estetoscópio no pescoço do homem que acompanhava Jaqueline, ali, logo abaixo daquele sorrisinho jocoso.

O humor nos tempos atuais foi praticamente todo subjugado pelas barreiras do politicamente correto. O Cu da Lontra, saudoso do tempo no qual um punhado de risadas evitava qualquer tipo de processo, resolveu publicar a Enciclopédia do Humorista Moderno – frases e sacadas para ser engraçado em qualquer situação.

No capítulo de hoje abordamos os peculiares membros da sociedade vulgarmente conhecidos como “crentes”, o que engloba evangélicos, protestantes e afins. Crie frisson  na sua turma com sacadas rápidas e eficazes, que farão de você ou um cara mais popular ou o réu em algum processo por preconceito e difamação.

“Crente viu crente vê”

“Pode vir crente que eu estou fervendo”

“Crente perguntou?”

Por outro lado, se ssua turma é chegada em musiquinhas e afins, o Cu da Lontra trabalhou em uma paródia de Caleidoscópio, dos Paralamas do Sucesso, para você parecer um cara muito mais engraçado do que realmente é:

Tô precisando alcançar a Luz

Se eu fecho os olhos, o encosto vem

E não sai com dipirona sódica

Até velha chega a engrossar a voz

Até o pastor chegar pra exorcizar

E promete acabar com a desgraça

Quem vai deixar nome para a Oração

Erguei as mãos

E deixai na cesta o que tiver pra dar

Pra elevar alma

ou no inferno queimar

Finalmente, piadas curtas e manjadas podem ser facilmente adaptadas para o tema, como por exemplo:

1. Quantos pastores é preciso para se trocar uma lâmpada?

R: Cinco. Dois pra orar, dois pra segurar a lâmpada e um pra expulsar o encosto.

2. Quantos crentes cabem em um Fusca?

R: Depende, que horas é o culto?

3. Uma muda recebe o toque do pastor e sai falando com todos no templo. Qual o nome do filme?

R: “Olha a crente está falando!”

Toda roupa velha merece um pobre novo. Mas reclamações à parte, o pobre moderno deve estar cônscio de suas obrigações para garantir a sobrevivência das gerações vindouras.

No que se refere a roupas, a primeira dica do pobre moderno é: não alimente demais seu filho. Isso mesmo, não façam cara de desentendidos.

Outro dia estava na casa de minha namorada. Desprovido de uma camiseta limpa para ir até o trabalho, no dia seguinte, antes de seguir para o escritório, resolvi passar no Extra. Compraria uma camiseta qualquer, apenas para ir trabalhar.

Entrei na loja, olhei uma estampa e outra e finalmente decidi. Nem perdi tempo com a escolha do tamanho – fui logo pegando a maior, uma GG. Paguei e saí da loja, para trocar a camiseta.

Pois. Ao vestir a peça, senti como aquele travesseiro gordo que não cabe na fronha velha. Mas peralá, eu comprei a camiseta GG. Não sou magro, mas também não balofo. Além disso, tenho 1,82m – altura até mesmo mediana para a geração de hoje.

A conclusão a que cheguei foi simples. Pobre ou se veste ou cresce. Por isso mesmo, se a grana está curta, não dê tanta comida a seu filho. Ele poderá crescer demais. Ainda que a camisa P só sirva em tamanho para o Willow, na Terra da Magia, a G já viraria um baby-look em um paraibano de 1,60m.

Enfim, para você pobre, que fique a lembrança. Quando seu filho lhe pedir aquele pote de Danoninho, não apenas negue, mas dê-lhe um tapa na boca. Afinal, melhor levar porrada do que andar maltrapilho.

Quando eu era criança sempre quis assistir à Super Máquina, mas quase nunca conseguia, pois meus pais me obrigavam a dormir cedo. Uma merda. Todos meus amigos viam os capítulos e se deleitavam com o seriado. Anos depois assisti – achei uma merda.

David Hasselhoff tem cara de corretor de imóveis e a tal super máquina é hoje humilhada por qualquer carro 1.0 mais incrementado. A parte realmente interessante é notar que o carro possui diálogos mais elaborados do que o próprio Hasselhoff.

Michael Knight

Entretanto, o naipe de tiozão, a barba mal-feita e o uso frequente de camisas pólo desbotadas fazem de Michael Knight o nosso Ídolo da Sessão da Tarde de hoje.